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Aula 02

Problemas de valor inicial lineares

Os problemas 8 a 14 de §1.2 — a mesma receita da lista anterior, agora com a condição inicial escolhida como limite inferior da integral, que é o que faz a constante desaparecer da conta.

Exercícios
7
Enunciados
Braun §1.2, p. 10 (PDF: p. 26)

Sete problemas de valor inicial, todos lineares de primeira ordem. O método é exatamente o da lista anterior, e aqui a convenção de integrar de t0t_0 até tt deixa de ser só uma organização melhor para virar o caminho mais curto:

μ(t)y(t)μ(t0)y(t0)=t0tμ(s)b(s)ds.\mu(t)y(t) - \mu(t_0)y(t_0) = \int_{t_0}^{t} \mu(s)b(s)\,ds.

Agora t0t_0 e y(t0)y(t_0) são dados pelo enunciado. A condição inicial entra na primeira linha da conta, e não existe constante alguma para determinar depois — some a etapa de “substituir t=t0t = t_0 e resolver para CC”.

E o método continua valendo quando a primitiva não é elementar, que é o caso de quatro dos sete enunciados abaixo. Nesses, aliás, não há alternativa: o Braun observa isso na Observação 4 da seção — dá para achar a solução geral e depois avaliar CC, exceto quando μb\mu b não se integra diretamente, e aí a integral definida é obrigatória.

O enunciado é do livro; a resolução é nossa. Tente antes de abrir — e confira as respostas na p. 557 do Braun.

  1. intermediáriohomogênea com primitiva fechadaBraun §1.2, nº 8

    Resolva o problema de valor inicial

    dydt+1+t2  y=0,y(0)=5.\frac{dy}{dt} + \sqrt{1+t^2}\;y = 0, \qquad y(0) = \sqrt{5}.
    Dica

    Homogênea: y=y(0)exp(0ta(s)ds)y = y(0)\exp\left(-\int_0^t a(s)\,ds\right). E, ao contrário do que costuma acontecer, 1+s2ds\int\sqrt{1+s^2}\,ds tem primitiva elementar — substituição hiperbólica.

    Resolução

    Sendo homogênea, a solução é

    y(t)=5exp(0t1+s2ds).y(t) = \sqrt{5}\,\exp\left(-\int_0^t \sqrt{1+s^2}\,ds\right).

    Esta já é uma resposta completa. Mas aqui a integral se avalia em forma fechada: com s=sinhus = \sinh u,

    0t1+s2ds=12[s1+s2+ln ⁣(s+1+s2)]0t=12[t1+t2+ln ⁣(t+1+t2)],\int_0^t \sqrt{1+s^2}\,ds = \frac{1}{2}\left[s\sqrt{1+s^2} + \ln\!\left(s + \sqrt{1+s^2}\right)\right]_0^t = \frac{1}{2}\left[t\sqrt{1+t^2} + \ln\!\left(t + \sqrt{1+t^2}\right)\right],

    já que o colchete se anula em s=0s = 0 (pois ln1=0\ln 1 = 0). Logo

    y(t)=5exp ⁣(t1+t22)(t+1+t2)1/2,y(t) = \sqrt{5}\, \exp\!\left(-\frac{t\sqrt{1+t^2}}{2}\right) \bigl(t + \sqrt{1+t^2}\bigr)^{-1/2},

    usando exp(12lnx)=x1/2\exp\left(-\frac{1}{2}\ln x\right) = x^{-1/2} no segundo termo.

    Verificação em t=0t = 0. exp(0)11/2=1\exp(0)\cdot 1^{-1/2} = 1, e y(0)=5y(0) = \sqrt{5}. ✓

    A solução está definida para todo tt: t+1+t2>0t + \sqrt{1+t^2} > 0 sempre, inclusive para tt muito negativo, quando 1+t2>t\sqrt{1+t^2} > |t|.

    Solução geral da equação.

    y(t)=Cexp ⁣(t1+t22)(t+1+t2)1/2,CR.y(t) = C\,\exp\!\left(-\frac{t\sqrt{1+t^2}}{2}\right) \bigl(t + \sqrt{1+t^2}\bigr)^{-1/2}, \qquad C \in \mathbb{R}.

    Solução do PVI: C=5C = \sqrt{5}.

  2. básicohomogênea de primitiva não elementarBraun §1.2, nº 9

    Resolva o problema de valor inicial

    dydt+1+t2exp(t)y=0,y(0)=1.\frac{dy}{dt} + \sqrt{1+t^2}\,\exp(-t)\,y = 0, \qquad y(0) = 1.
    Dica

    A mesma fórmula do exercício anterior. Não tente calcular a integral — escreva-a de 00 a tt e pare.

    Resolução
    y(t)=exp(0t1+s2exp(s)ds).y(t) = \exp\left(-\int_0^t \sqrt{1+s^2}\,\exp(-s)\,ds\right).

    O produto 1+s2exp(s)\sqrt{1+s^2}\exp(-s) não tem primitiva elementar, e a resposta fica assim mesmo. Note que a condição inicial já está embutida: em t=0t = 0 a integral vale 00 e y(0)=exp(0)=1y(0) = \exp(0) = 1, sem precisar determinar constante nenhuma.

    Como o integrando é positivo, a integral cresce com tt e yy é decrescente para t>0t > 0 — mas ela nunca chega a zero, pelo mesmo motivo do exercício 1 da lista anterior: exponencial não se anula.

    Solução geral da equação.

    y(t)=Cexp(0t1+s2exp(s)ds),CR,tR.y(t) = C\exp\left(-\int_0^t \sqrt{1+s^2}\,\exp(-s)\,ds\right), \qquad C \in \mathbb{R}, \quad t \in \mathbb{R}.

    A integral não tem primitiva elementar e permanece indicada.

    Solução do PVI: C=y(0)=1C = y(0) = 1.

  3. básicoa condição inicial nulaBraun §1.2, nº 10

    Resolva o problema de valor inicial

    dydt+1+t2exp(t)y=0,y(0)=0.\frac{dy}{dt} + \sqrt{1+t^2}\,\exp(-t)\,y = 0, \qquad y(0) = 0.
    Dica

    Antes de calcular qualquer coisa: existe uma função óbvia que satisfaz esta equação e esta condição inicial?

    Resolução

    A equação é a mesma do exercício 9; só a condição inicial mudou. E a resposta é

    y(t)0.y(t) \equiv 0.

    Por quê. A função identicamente nula satisfaz a equação (0+a(t)0=00 + a(t)\cdot 0 = 0) e satisfaz y(0)=0y(0) = 0. Pela fórmula geral,

    y(t)=y(0)exp(0ta(s)ds)=0exp()=0,y(t) = y(0)\exp\left(-\int_0^t a(s)\,ds\right) = 0 \cdot \exp(\cdots) = 0,

    e o teorema de existência e unicidade para equações lineares — com aa contínua, como aqui — garante que não há outra.

    O que este par de exercícios mostra. Numa equação linear homogênea, todas as soluções são múltiplos de uma só: se y1y_1 resolve, Cy1Cy_1 também resolve, e não há mais nada. A condição inicial apenas escolhe o múltiplo. Escolher o múltiplo zero é o único jeito de obter uma solução que toca o eixo — e ela o toca em toda parte, não num ponto. Nenhuma solução não nula da equação 9 cruza o eixo tt em instante algum.

    Solução geral da equação. É a mesma do exercício 9:

    y(t)=Cexp(0t1+s2exp(s)ds),CR,tR,y(t) = C\exp\left(-\int_0^t \sqrt{1+s^2}\,\exp(-s)\,ds\right), \qquad C \in \mathbb{R}, \quad t \in \mathbb{R},

    com a integral, sem primitiva elementar, indicada.

    Solução do PVI: C=y(0)=0C = y(0) = 0, isto é, y0y \equiv 0.

  4. básicofator integrante gaussianoBraun §1.2, nº 11

    Resolva o problema de valor inicial

    dydt2ty=t,y(0)=1.\frac{dy}{dt} - 2ty = t, \qquad y(0) = 1.
    Dica

    Atenção ao sinal: na forma padrão a(t)=2ta(t) = -2t, então μ(t)=exp(t2)\mu(t) = \exp(-t^2). E sexp(s2)s\exp(-s^2) integra na hora.

    Resolução

    Com μ(t)=exp(0t2sds)=exp(t2)\mu(t) = \exp\left(\int_0^t -2s\,ds\right) = \exp(-t^2), e portanto μ(0)=1\mu(0) = 1:

    ddt[exp(t2)y]=texp(t2).\frac{d}{dt}\bigl[\exp(-t^2)y\bigr] = t\exp(-t^2).

    O integrando é elementar — a menos do fator 12-\frac{1}{2}, é a derivada do próprio exp(s2)\exp(-s^2). Integrando de 00 a tt e usando y(0)=1y(0) = 1:

    exp(t2)y(t)1=0tsexp(s2)ds=[12exp(s2)]0t=1exp(t2)2.\exp(-t^2)y(t) - 1 = \int_0^t s\exp(-s^2)\,ds = \left[-\frac{1}{2}\exp(-s^2)\right]_0^t = \frac{1 - \exp(-t^2)}{2}.

    Logo exp(t2)y=3212exp(t2)\exp(-t^2)y = \frac{3}{2} - \frac{1}{2}\exp(-t^2), e multiplicando por exp(t2)\exp(t^2):

    y(t)=32exp(t2)12.y(t) = \frac{3}{2}\exp(t^2) - \frac{1}{2}.

    Repare que a condição inicial entrou na segunda linha, e não numa etapa posterior de “determinar CC”: não houve constante alguma para determinar.

    Verificação. y=3texp(t2)y' = 3t\exp(t^2) e 2ty=t3texp(t2)-2ty = t - 3t\exp(t^2); somando, sobra tt. ✓

    Compare com o exercício 14, que é a mesma equação com b1b \equiv 1 no lugar de b(t)=tb(t) = t — e cujo resultado não é elementar. Mais uma vez, quem decide é o lado direito.

    Solução geral da equação.

    y(t)=Cexp(t2)12,CR,tRy(t) = C\exp(t^2) - \frac{1}{2}, \qquad C \in \mathbb{R}, \quad t \in \mathbb{R}

    — a solução de equilíbrio y12y \equiv -\frac12 somada à geral da homogênea.

    Solução do PVI: C=32C = \frac{3}{2}.

  5. avançadoparte elementar e parte não elementarBraun §1.2, nº 12

    Resolva o problema de valor inicial

    dydt+ty=1+t,y ⁣(32)=0.\frac{dy}{dt} + ty = 1 + t, \qquad y\!\left(\tfrac{3}{2}\right) = 0.
    Dica

    Separe o lado direito em duas parcelas: texp(t2/2)t\exp(t^2/2) integra na hora, exp(t2/2)\exp(t^2/2) não integra nunca. Use t0=3/2t_0 = 3/2 como limite inferior.

    Resolução

    Com μ(t)=exp(t2/2)\mu(t) = \exp(t^2/2):

    ddt[exp ⁣(t22)y]=(1+t)exp ⁣(t22)=exp ⁣(t22)na˜o elementar+texp ⁣(t22)=ddtexp(t2/2).\frac{d}{dt}\left[\exp\!\left(\frac{t^2}{2}\right)y\right] = (1+t)\exp\!\left(\frac{t^2}{2}\right) = \underbrace{\exp\!\left(\frac{t^2}{2}\right)}_{\text{não elementar}} + \underbrace{t\exp\!\left(\frac{t^2}{2}\right)}_{= \frac{d}{dt}\exp(t^2/2)}.

    Integrando de 3/23/2 a tt e usando y(3/2)=0y(3/2) = 0, o lado esquerdo fica só exp(t2/2)y(t)\exp(t^2/2)y(t):

    exp ⁣(t22)y(t)=3/2texp ⁣(s22)ds+exp ⁣(t22)exp ⁣(98),\exp\!\left(\frac{t^2}{2}\right)y(t) = \int_{3/2}^{t}\exp\!\left(\frac{s^2}{2}\right)ds + \exp\!\left(\frac{t^2}{2}\right) - \exp\!\left(\frac{9}{8}\right),

    já que exp(s2/2)\exp(s^2/2) avaliado entre os limites dá exp(t2/2)exp((3/2)2/2)\exp(t^2/2) - \exp\bigl((3/2)^2/2\bigr) e (3/2)2/2=9/8(3/2)^2/2 = 9/8. Dividindo por μ\mu:

    y(t)=1+exp ⁣(t22)[3/2texp ⁣(s22)dsexp ⁣(98)].y(t) = 1 + \exp\!\left(-\frac{t^2}{2}\right) \left[\int_{3/2}^{t}\exp\!\left(\frac{s^2}{2}\right)ds - \exp\!\left(\frac{9}{8}\right)\right].

    Verificação em t=3/2t = 3/2. A integral se anula e sobra 1+exp(9/8)[exp(9/8)]=11=01 + \exp(-9/8)\bigl[-\exp(9/8)\bigr] = 1 - 1 = 0. ✓

    Repare que a parcela elementar do lado direito produziu a solução particular y1y \equiv 1 — a mesma que se acharia procurando o equilíbrio de y+ty=ty' + ty = t — e toda a parte não elementar ficou confinada ao termo que carrega a condição inicial.

    Solução geral da equação.

    y(t)=1+exp ⁣(t22)[C+3/2texp ⁣(s22)ds],CR,tR.y(t) = 1 + \exp\!\left(-\frac{t^2}{2}\right) \left[C + \int_{3/2}^{t}\exp\!\left(\frac{s^2}{2}\right)ds\right], \qquad C \in \mathbb{R}, \quad t \in \mathbb{R}.

    A integral exp(s2/2)ds\int \exp(s^2/2)\,ds não tem primitiva elementar e fica indicada; trocar o limite inferior 3/23/2 por outro ponto apenas redefine CC.

    Solução do PVI: C=exp ⁣(98)C = -\exp\!\left(\frac{9}{8}\right).

  6. intermediáriocondição inicial fora da origemBraun §1.2, nº 13

    Resolva o problema de valor inicial

    dydt+y=11+t2,y(1)=2.\frac{dy}{dt} + y = \frac{1}{1+t^2}, \qquad y(1) = 2.
    Dica

    μ(t)=exp(t)\mu(t) = \exp(t), e o limite inferior da integral é 11, não 00 — o ponto onde a condição foi dada.

    Resolução

    Com μ(t)=exp(t)\mu(t) = \exp(t):

    ddt[exp(t)y]=exp(t)1+t2.\frac{d}{dt}\bigl[\exp(t)y\bigr] = \frac{\exp(t)}{1+t^2}.

    O integrando não tem primitiva elementar. Integrando de 11 a tt:

    exp(t)y(t)exp(1)2=1texp(s)1+s2ds,\exp(t)y(t) - \exp(1)\cdot 2 = \int_1^t \frac{\exp(s)}{1+s^2}\,ds,

    e portanto

    y(t)=exp(t)[2exp(1)+1texp(s)1+s2ds].y(t) = \exp(-t)\left[2\exp(1) + \int_1^t \frac{\exp(s)}{1+s^2}\,ds\right].

    Verificação em t=1t = 1. A integral se anula e sobra exp(1)2exp(1)=2\exp(-1)\cdot 2\exp(1) = 2. ✓

    Escolher t0=1t_0 = 1 não é obrigatório — daria para integrar de 00 a tt e carregar uma constante —, mas é o que faz a condição inicial aparecer dentro da fórmula em vez de exigir uma conta extra depois.

    Solução geral da equação.

    y(t)=exp(t)[C+1texp(s)1+s2ds],CR,tR.y(t) = \exp(-t)\left[C + \int_1^t \frac{\exp(s)}{1+s^2}\,ds\right], \qquad C \in \mathbb{R}, \quad t \in \mathbb{R}.

    O integrando exp(s)1+s2\frac{\exp(s)}{1+s^2} não tem primitiva elementar; a integral fica indicada.

    Solução do PVI: C=2exp(1)C = 2\exp(1).

  7. intermediárioa função erroBraun §1.2, nº 14

    Resolva o problema de valor inicial

    dydt2ty=1,y(0)=1.\frac{dy}{dt} - 2ty = 1, \qquad y(0) = 1.
    Dica

    Mesmo fator integrante do exercício 11. Agora, porém, sobra exp(s2)ds\int\exp(-s^2)\,ds — a integral não elementar mais famosa da matemática.

    Resolução

    Com μ(t)=exp(t2)\mu(t) = \exp(-t^2):

    ddt[exp(t2)y]=exp(t2).\frac{d}{dt}\bigl[\exp(-t^2)y\bigr] = \exp(-t^2).

    Integrando de 00 a tt e usando y(0)=1y(0) = 1:

    exp(t2)y(t)1=0texp(s2)dsy(t)=exp(t2)[1+0texp(s2)ds].\exp(-t^2)y(t) - 1 = \int_0^t \exp(-s^2)\,ds \quad\Longrightarrow\quad y(t) = \exp(t^2)\left[1 + \int_0^t \exp(-s^2)\,ds\right].

    Verificação. Escrevendo I(t)=0texp(s2)dsI(t) = \int_0^t \exp(-s^2)\,ds, temos y=exp(t2)[1+I(t)]y = \exp(t^2)\bigl[1 + I(t)\bigr] e, pelo TFC,

    y=2texp(t2)[1+I(t)]+exp(t2)exp(t2)=2ty+1.  y' = 2t\exp(t^2)\bigl[1 + I(t)\bigr] + \exp(t^2)\exp(-t^2) = 2ty + 1. \;\checkmark

    A integral que sobrou é, a menos de normalização, a função erro:

    erf(t)=2π0texp(s2)ds,\operatorname{erf}(t) = \frac{2}{\sqrt{\pi}}\int_0^t \exp(-s^2)\,ds,

    de modo que y(t)=exp(t2)[1+π2erf(t)]y(t) = \exp(t^2)\left[1 + \frac{\sqrt{\pi}}{2}\operatorname{erf}(t)\right]. Batizar a integral não a torna mais elementar — erf é tabelada e implementada exatamente porque não se escreve com as funções de sempre. É o mesmo tipo de resposta dos exercícios 9, 12 e 13; só que esta tem nome próprio.

    Solução geral da equação.

    y(t)=exp(t2)[C+0texp(s2)ds]=exp(t2)[C+π2erf(t)],CR,tR.y(t) = \exp(t^2)\left[C + \int_0^t \exp(-s^2)\,ds\right] = \exp(t^2)\left[C + \frac{\sqrt{\pi}}{2}\operatorname{erf}(t)\right], \qquad C \in \mathbb{R}, \quad t \in \mathbb{R}.

    A integral 0texp(s2)ds\int_0^t \exp(-s^2)\,ds não tem primitiva elementar — dar-lhe o nome erf é notação, não solução em forma fechada.

    Solução do PVI: C=1C = 1.

Plataforma de estudo de matemática e suas aplicações. As fontes de cada tópico ficam listadas ao fim da respectiva página.